Portrait d’auteur: Frédéric Beigbeder

Filho de uma tradutora e de um executivo, Frédéric Beigbeder nasceu em 30 de setembro de 1965 em Neuilly-sur-Seine, crescendo em um meio burguês.

Em 1990, aos 24 anos de idade, se forma em Ciências Políticas no Institut d'Études Politiques de Paris. Neste mesmo ano ele publica seu primeiro romance, « Mémoires d'un jeune homme dérangé ».

Em 1994 lança seu segundo livro, « Vacances dans le coma », e cria também o Prix de Flore, do qual ele preside seu júri até hoje. Em 1997 publica « L'amour dure trois ans », encerrando a trilogia de Marc Marronnier. Em seguida, publica uma coletânea de crônicas pelas edições Gallimard, em 1999, intitulada « Nouvelles sous ecstasy ».

Além das críticas literárias, o jovem autor começa a escrever crônicas para revistas como Elle, Paris Match, Voici, e também para a televisão (nas emissões Le Masque, La Plume e Rive droite / Rive gauche). Trabalha também para a Figaro Magazine, exercendo a mesma função desde 2010.

Em 2003 o escritor é agraciado com o Prix Interallié por seu romance « Windows on the world ». Pouco a pouco, Frédéric Beigbeder molda sua imagem de personagem controverso e contraditório. Em 2009 ganha o Prix Renaudot graças a seu livro « Un roman français ».

O ano de 2011 é crucial para sua carreira, já que é neste momento que ele trilha seus primeiros passos no comando de uma câmera. Para seu primeiro filme enquanto diretor, ele escolhe adaptar seu terceiro romance, que dará o mesmo nome ao filme: « L'amour dure trois ans ».

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